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Polícia Operação

Polícia apreende mais de 700 litros de combustível vendido ilegalmente

A investigação acontecia desde dezembro: esta é a nona apreensão de uma força-tarefa da Polícia Civil no combate contra a venda ilegal de combustíveis

17/08/2021 12h14
Por: Redação
Polícia apreende mais de 700 litros de combustível vendido ilegalmente

A Polícia Civil apreendeu mais de 700 litros de etanol vendidos em Uberlândia, no Triângulo Mineiro. Um homem foi preso em flagrante, na noite desta segunda-feira (16/8), enquanto vendia o combustível. Essa foi a nona apreensão feita pela polícia na cidade, em uma força-tarefa que investiga esse tipo de crime desde dezembro de 2020.

O etanol era armazenado em um cômodo de um imóvel no Bairro Jardim Brasília, zona norte da cidade. Além de cerca de 15 galões de 50 litros cheios do combustível, outros 13 recipientes do tipo foram encontrados no local. Eles demonstravam que o armazenamento era grande e que havia demanda dos compradores.

Havia ainda o risco de acidentes, como explosões ou incêndios, uma vez que o local não apresentava qualquer cuidado especial com relação à estocagem.

O responsável pelo imóvel foi preso em flagrante, comercializando etanol sem origem e com preços abaixo do praticado no mercado. Segundo o delegado chefe do 9º Departamento da Polícia Civil, Marcos Tadeu, não houve resistência no momento da abordagem policial. “Ele ficou o tempo todo calado”, disse.

Contudo, a polícia investiga uma organização criminosa por trás desse comércio e que seria a fornecedora de pessoas como o preso nesta segunda (16/8). “Ainda vamos investigar a origem do etanol, se foi um furto, por meio de desvio ou se foi um roubo”, disse Marcos Tadeu.

A chamada operação Chama Acesa tem origem com apreensões desde o fim do ano passado e os levantamentos seguem também para identificar os compradores. Segundo a polícia, quem compra o combustível irregular pode ser enquadrado como receptador.

O suspeito detido foi ouvido na Delegacia que investiga as ações e, depois, levado para o presídio Uberlândia I. Se condenado, pode pegar até 4 anos de prisão.

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